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quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
sábado, 16 de outubro de 2010
CURSO DE CAPACITAÇÃO DE CONSELHEIROS GESTORES
No ultimo dia 07 de outubro terminou o curso para conselheiros gestores ministrado por mim e Fátima Reimer.
Foram 8 encontros, os quais discutimos cidadânia, ética, política de saúde pública, SUS, orçamento, territorialização entre outros temas importantes.
A participação de todos foi o ponto alto do curso, devido ao fato de termos participantes de 18 anos e também de quase 80, foi muito prazeiroso presenciar a equidade propiciada pelo método da problematização que Paulo Freire tanto divulgou como sendo aquele que serviria para libertar os homens dos seus opressores, e que serviria como emancipadora do homem.
Foi uma grande oportunidade de discutir saúde, conhecer os seviços da região, conhecer os conselheiros dos diversos segmentos e principalmente fazer amigos.
Se quiser conhecer mais sobre o método de Paulo Freire consulte:
Fonte: http://www.webartigos.com/articles/14120/1/Metodologia-Problematizacao-Fundamentos-e-Aplicacoes/pagina1.html#ixzz12WmEgNx
Vejam algumas imagens:
Foram 8 encontros, os quais discutimos cidadânia, ética, política de saúde pública, SUS, orçamento, territorialização entre outros temas importantes.
A participação de todos foi o ponto alto do curso, devido ao fato de termos participantes de 18 anos e também de quase 80, foi muito prazeiroso presenciar a equidade propiciada pelo método da problematização que Paulo Freire tanto divulgou como sendo aquele que serviria para libertar os homens dos seus opressores, e que serviria como emancipadora do homem.
Foi uma grande oportunidade de discutir saúde, conhecer os seviços da região, conhecer os conselheiros dos diversos segmentos e principalmente fazer amigos.
Se quiser conhecer mais sobre o método de Paulo Freire consulte:
Fonte: http://www.webartigos.com/articles/14120/1/Metodologia-Problematizacao-Fundamentos-e-Aplicacoes/pagina1.html#ixzz12WmEgNx
Vejam algumas imagens:
sábado, 4 de setembro de 2010
OS PROFESSORES E A POLÍTICA PÚBLICA DE EDUCAÇÃO
Muito se discute a respeito da política de educação no Brasil, porém ouvimos muita demagogia e pouca discussão séria.
Enquanto isso, já estamos na 2ª geração de crianças e adolescentes analfabetos funcionais, muitos sabem escrever (copiar) e não conseguem ler, outros nem isso. Que situação nos encontramos, pois os responsáveis pela política educacional continuam centrando fogo nos professores, culpabilizando-os por esse desastre.
Cobram dos professores que sejam com seus alunos mães afetuosas, pais presentes, psicólogos eficientes, assistentes sociais, terapêutas familiar, distribuidores de uniformes, etc, etc, etc. Dizem que oferecem reciclagem, pós-graduação, ótimos salários e que devem ser cobrados por isso.
Deixam de dizer que a grande maioria faz jornada dupla para melhorar os rendimentos, que muitos estão adoecendo pela baixa condição de trabalho, e que por serem a priori culpados, são cobrados por todos e não podem cobrar ninguém.
Com todas estas atribuições quando poderão exercer seu papel de professor?
A quem recorrer em caso de dúvida, de necessitar uma assessoria?
Com quem contar?
Existe a necessidade de em 1º lugar definir claramente os papéis dos diversos atores na aprendizagem.
Quanto mais claro melhor, por que assim saberemos quem realmente está falhando.
Qual é a função do Governo, e a da Secretaria, do Diretor, do Coordenador, dos Pais, dos Alunos. Se soubermos, não ficaremos apenas cobrando os professores.
Em 2º teremos que ter em cada escola uma equipe de apoio aos professores, composta minimamente por um psicopedagogo e um psicólogo escolar, quem sabe um assistente social ou sociólogo.
3º que o professor deixe de ser solitário em sala de aula, e se sinta parte de uma equipe de educadores que facilite sua prática diária.
E em 4º lugar limitar o número de alunos em sala de aula, para que o professor possa criar condições de ter um relacionamento singular com seus alunos e lidar com as dificuldades inerentes ao processo de aprendizagem, ser um facilitador da inclusão e não uma vítima.
Dessa maneira poderemos começar a revolução da escola pública, mesmo assim teremos que pensar no contigente das gerações passadas, que quanto mais retardarmos essa mudança, maior será seu número.
Vamos dar voz aos professores, vamos construir uma educação democrática e inclusiva.
Valorizando e respeitando o Professor construiremos uma política pública educacional de verdade sem demagogia e politicagem
Enquanto isso, já estamos na 2ª geração de crianças e adolescentes analfabetos funcionais, muitos sabem escrever (copiar) e não conseguem ler, outros nem isso. Que situação nos encontramos, pois os responsáveis pela política educacional continuam centrando fogo nos professores, culpabilizando-os por esse desastre.
Cobram dos professores que sejam com seus alunos mães afetuosas, pais presentes, psicólogos eficientes, assistentes sociais, terapêutas familiar, distribuidores de uniformes, etc, etc, etc. Dizem que oferecem reciclagem, pós-graduação, ótimos salários e que devem ser cobrados por isso.
Deixam de dizer que a grande maioria faz jornada dupla para melhorar os rendimentos, que muitos estão adoecendo pela baixa condição de trabalho, e que por serem a priori culpados, são cobrados por todos e não podem cobrar ninguém.
Com todas estas atribuições quando poderão exercer seu papel de professor?
A quem recorrer em caso de dúvida, de necessitar uma assessoria?
Com quem contar?
Existe a necessidade de em 1º lugar definir claramente os papéis dos diversos atores na aprendizagem.
Quanto mais claro melhor, por que assim saberemos quem realmente está falhando.
Qual é a função do Governo, e a da Secretaria, do Diretor, do Coordenador, dos Pais, dos Alunos. Se soubermos, não ficaremos apenas cobrando os professores.
Em 2º teremos que ter em cada escola uma equipe de apoio aos professores, composta minimamente por um psicopedagogo e um psicólogo escolar, quem sabe um assistente social ou sociólogo.
3º que o professor deixe de ser solitário em sala de aula, e se sinta parte de uma equipe de educadores que facilite sua prática diária.
E em 4º lugar limitar o número de alunos em sala de aula, para que o professor possa criar condições de ter um relacionamento singular com seus alunos e lidar com as dificuldades inerentes ao processo de aprendizagem, ser um facilitador da inclusão e não uma vítima.
Dessa maneira poderemos começar a revolução da escola pública, mesmo assim teremos que pensar no contigente das gerações passadas, que quanto mais retardarmos essa mudança, maior será seu número.
Vamos dar voz aos professores, vamos construir uma educação democrática e inclusiva.
Valorizando e respeitando o Professor construiremos uma política pública educacional de verdade sem demagogia e politicagem
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